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Teve início dia 20 de setembro, em Roma, o II Congresso Internacional de Catequese (20 a 23 de setembro de 2018), com mais de 1200 participantes, na sala Paulo VI. O tema central deste Congresso é “Catequista, testemunha do mistério”.   

O Brasil participa com cerca de 75 pessoas, incluindo o bispo referencial da catequese, Dom José Antonio Peruzzo, arcebispo de Curitiba e Pe. Antonio Marcos Depizzoli, assessor nacional de catequese. Também se fazem presentes catequistas, coordenadores diocesanos de catequese, alguns coordenadores regionais de catequese, bispos referenciais de catequese de alguns regionais, além de especialistas em Catequese, como Pe. Luiz Alves de Lima, Pe. Jânison de Sá Santos, membros do Grupo de Reflexão Bíblico-Catequética nacional. 

A intenção deste II Congresso é refletir sobre alguns temas da atualidade para a catequese, que derivam da Segunda Parte do Catecismo: “A Celebração do Mistério Cristão”, com o objetivo de perceber cada vez mais a profunda relação entre a catequese e a liturgia. 

O Congresso começou com a oração inicial e a introdução feita pelo Mons. Rino Risichella, presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização. As conferências do dia foram:

  • Lex credenti, lex orandi, com P. Gregory J. Polan, OSB (Abade da Ordem de S. Bento) e
  • Catequese mistagógica e a iniciação cristã, com Mon. Francesco Cacucci, arcebispo de Bari-Bitonto. 

O dia 21 de setembro, sexta-feira, continuou com as conferências:

- O Mistério ilumina a existência cristã, com a Prof. Dra. Marianne Schlosser, da faculdade católica de Viena.

- Iniciação cristã e catequese querigmática, com Mons. Andrea Lonardo, diretor do Instituto para a Cultura da Universidade do Vicariato de Roma. 

Além das conferências, houve diálogo com os participantes em grupos de 30 a 50 pessoas para tratar dos temas: a Mistagogia, Introdução experiencial e sapiencial ao mistério de Cristo, Linguagem narrativa e simbólica, Reviver a história da salvação: ano litúrgico e catequese, O Domingo, fundamento e núcleo de todo o ano litúrgico, Anúncio da vida eterna: viver a esperança. 

No sábado, dia 22 de setembro, forão realizadas as seguintes conferências:

- O Catecumenato, um desafio para a evangelização, com sra. Claire Bernier, delegada episcopal para a Doutrina da Fé, da diocese de Angers, França.

- Mesa redonda: A piedade popular, uma forma de evangelização. 

Haverá a intervenção especial do Papa Francisco. Depois uma celebração da Lectio Divina, seguida das conclusões do congresso que serão feitas pelo Mons. Otávio Ruiz Arenas, secretário do PCPNE

O Congresso termina, domingo, dia 23 de setembro, com a missa na Basílica de São Pedro.

Veja aqui mensagem no Papa Francisco aos participantes do Congresso.

Equipe do site

Obs: O Congresso é realizado na Sala Paulo VI onde está a obra de arte “Ressurreição” , do artista italiano, Pericle Fazzini (1913-1987). A obra foi inaugurada em 28 de setembro de 1977 pelo Papa Paulo VI. A grande estátua representa Cristo que “ressurge de um sepulcro que se encontra no jardim das oliveiras, enquanto a terra é abalada por um enorme temporal que flagela o mundo neste momento tremendo”. Seu vulto é extraordinariamente sereno, dois braços estendidos para um abraço, quase como se quisesse abraçar a humanidade para lhe restituir aquele sentido de amor que parece irremediavelmente perdido. Esta sala Paulo VI é onde são realizadas as audiências gerais com o Papa Francisco, quando não acontecem na praça São Pedro.