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Introdução

Veremos mais uma metáfora do evangelho de João para nos dizer quem é Jesus. Jesus é o nosso PASTOR que conduz seu rebanho a verdes pastagens. 

Para este encontro vamos preparar o ambiente, colocando a Bíblia, uma bengala ou bastão, gravuras do Bom Pastor ou de algum rebanho. 

O Pastor no Antigo Testamento

O povo fazia sua experiência de Deus inspirada na realidade daquele tempo em que muitos viviam do cuidado de rebanhos. Já no nascimento de Jesus, o Evangelho conta da visita dos pastores e, até hoje, enfeitamos o presépio com imagens de pastores e carneirinhos. 

Os líderes religiosos eram considerados “pastores” do povo e, especialmente, os Reis de Israel e Judá que já eram uma referência ao Rei-Messiânico cuja chegada era esperada.

O Profeta Ezequiel fala sobre esses pastores, bons ou maus. Vale a pena ler Ez 34,1-16. Primeiro, podemos ler os versículos 1 a 10. Deus se queixa amargamente sobre os maus pastores. Nos versículos 11 a 16, Deus se declara o Bom Pastor. (Tempo para leitura) 

O Salmo 72 descreve a tarefa do Rei Messiânico, que é o Pastor do povo, que Israel está esperando. (Podemos ler os versículos 1-4.7.12-14)

O Rei Messiânico é Jesus

O Novo Testamento fala de Jesus como o Bom Pastor (Mt 18,12-14; Lc 15,1-7) Mas, o texto mais bonito está em João 10,1-18 e 27-30.

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Vamos celebrar

Canto

Sou bom Pastor, ovelhas guardarei, não tenho outro ofício, nem terei.

Quantas vidas eu tiver eu lhes darei.

Maus pastores, num dia de sombra, não cuidaram e o rebanho se perdeu.

Vou sair pelo campo, reunir o que é meu, conduzir e salvar.

Verdes prados e belas montanhas hão de ver o Pastor, rebanho atrás.

Junto a mim, as ovelhas terão muita paz, poderão descansar. 

Leitura: Jo 10,1-18 e 27-30 

Partilha

1 Que significa: Jesus é a “Porta”?

2. Todos nós somos pastores. Quando e onde cumprimos esta missão? 

Oração

Vamos saborear o salmo 23

Leiamos o salmo, bem devagar. Observemos a linguagem poética. Que nos dizem esses símbolos?

Qual versículo mais tocou?

(Podemos guardar bem o seguinte versículo e rezá-lo quando nos sentirmos angustiados ou intranqüilos: “Junto a mim estás; teu bastão e teu cajado me deixam tranqüilo.”)

 

Canto final

Vejam, eu andei pelas vilas, apontei as saídas como o Pai me pediu.

Portas, eu cheguei para abri-las. Eu curei as feridas como nunca se viu.

Por onde formos também nós, que brilhe a tua luz!

Fala, Senhor, na nossa voz, em nossa vida.

Nosso caminho então conduz. Queremos ser assim!

Que o pão da Vida nos revigore no nosso “sim”!

Vejam, fiz de novo a leitura das raízes da vida que meu Pai vê melhor.

Luzes, acendi com brandura. Para a ovelha perdida não medi meu suor.

Vejam, eu quebrei as algemas, levantei os caídos, do meu Pai fui as mãos!

Laços, recusei os esquemas. Eu não quero oprimidos, quero um povo de irmãos.

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C O N C L U S Ã O

Até aqui, tratamos de alguns sinais e metáforas de João para mostrar quem é o Senhor Ressuscitado.

A partir do capítulo 13, o Evangelho se desenrola na intimidade daqueles que crêem, os discípulos. Jesus se despede e revela o sentido profundo de sua obra.

Chegou a “Hora de Jesus”: sua morte e glorificação.

Ao despedir-se, Jesus promete mandar o Paráclito para recordar sua obra e ensinamento e para conduzir a comunidade.

Pelo Espírito que Jesus envia da parte do Pai, aprendemos a fazer a obra de Jesus, hoje.

O capítulo 20, 30-31 encerra o Evangelho.

O capítulo 21 é um epílogo que mostra Jesus depois da ressurreição, presente em sua comunidade, na Galileia, sob a responsabilidade de Pedro.

 

Inês Broshuis

Equipe para Animação Bíblico-Catequética do Regional Leste 2